Resenha - Insurgente

Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Ano: 2012
Páginas: 512

Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

Faces do amor

O amor é um sentimento mais complexo que os demais, devido sua abrangência e profundidade. Quando pensamos em alegria ou tristeza imediatamente nos remetemos a uma situação característica desses sentimentos. Já o amor não, pois o amor pode vir sozinho ou acompanhado – de alegria, medo ou até mesmo raiva. O amor pode ser por uma pessoa, um animal e, até mesmo, um objeto. Amar envolve um desejo indecifrável, um mistério cativante, uma vontade passageira, ou não.
O amor tem sua face generosa, quando é doado sem nada em troca, e sua face egoísta, quando é carregado por sentimento de posse. Em uma de suas faces há calma e sinceridade, em outra, há paixão, ciúmes e às vezes, possessão.

Resenha - Divergente

Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Ano: 2012
Páginas: 504


Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Colhendo frutos

Sinto cheiro de novidade. Não sei se veio com o frescor do ar ou com a leve brisa que anuncia que o outono está próximo. Talvez venha do céu azul cintilante ou do toque quente do sol sob a minha pele. Mas sinto um quê a mais de perspectivas. Talvez tenha chegado a hora. Talvez o futuro tenha chegado. E seja hoje. Ou semana que vem.
Joguei sementes ao longo do caminho por anos, acho que estão florescendo, possivelmente em breve eu colha os frutos. É claro que plantei todas com muita cautela, pois sempre tive a consciência de que teria que colhê-los um dia.


Incenso

Às vezes uma coisa tão pequena me desencadeia um turbilhão de pensamentos. 
O sabor de um doce certa vez me remeteu aos tempos do colégio, uma nostalgia boa e uma reflexão profunda sobre todas as mudanças que ocorreram neste – longo – meio tempo. Minha mente divaga facilmente. 
O som de uma ave já me transportou aos dias quentes da infância, em que as ruas eram menos povoadas e os pássaros bailavam no quintal com freqüência. Se avisto uma fruta, logo estou vivendo novamente a faculdade, pensando nos planos que se concretizaram e nos que já não fazem o menor sentido. 
Mas o aroma do incenso me faz ir mais além: a época da adolescência, quando o mundo era uma grande confusão de sentimentos e minha verdade sobre tudo era única e absoluta. Todavia, essas épocas se foram. Muita coisa ficou para trás, mas muitas mudanças acompanharam-me pelos anos seguintes.  

Laços de amizade

O amor me encanta, mas a amizade me fascina. Eu fui daquelas pessoas com pouquíssimos amigos na infância, um ou outro amigo na adolescência e, atualmente, posso contar nos dedos quantos possuo.
Mas isso não é uma coisa ruim, pelo contrário: trocaria um batalhão de colegas pelos poucos amigos verdadeiros que tenho. E quem pensa que amizade verdadeira é só aquela em que vocês se vêem todo dia se engana, amizade verdadeira é aquela em que vocês ficam meses sem se falar, anos sem se ver, mas quando se encontram parece que se viram ontem, pois é o mesmo companheirismo, o mesmo sentimento. A amizade não muda.

Ansiedade

Não sei se a ansiedade é um problema, uma epidemia ou uma modernidade. Só sei que tenho. 
Às vezes é até engraçado, mas normalmente é trágico. Acho que eu penso demais. Em todos os tempos verbais. 
Ser ansiosa é repassar mil vezes na mente o roteiro do dia seguinte. E repassar mil vezes os fatos ocorridos no dia anterior. Pelo menos eu sou assim. Se tenho um compromisso na próxima semana, já começo hoje os preparativos. Penso se a vida vai dar certo, se o trabalho vai dar certo, se o relacionamento vai dar certo. E penso se algo der errado, o que vou mudar, o que vou fazer. 

Faça coisas novas


O nosso cérebro tende a se acostuma com as coisas iguais: mesmo pensamento, mesma ação, mesma rotina todo dia. A monotonia o acostuma a não ativar toda a sua capacidade, pois somos programados a não usar o que não precisamos. Contra isso, estimule-o, faça-o trabalhar, desafie-se. Faça coisas novas e improváveis, encare o medo e o nervosismo, experimente quebrar a rotina.

Experimentar o novo é necessário: ir além do conhecido é criar uma parte nova em você, adquire-se conhecimento, experiência, vivência. Por isso, saia da zona de conforto, confronte seus anseios e veja como sua mente reage.

Série - The Walking Dead

 A quarta temporada da série já voltou a ser exibida no exterior e, aqui no Brasil, volta nesta terça-feira, 11 de fevereiro, na Fox, às 22:30. Para quem não conhece a série, corre que ainda dá tempo! rs. Lembrando que é possível assistir aos episódios anteriores online.

Resenha - Novembro de 63

Autor: Stephen King
Editora:
  Suma de Letras
Ano: 2013
Páginas: 736

Sinopse                                                                     A vida pode mudar num instante, e dar uma guinada extraordinária. É o que acontece com Jake Epping, um professor de inglês de uma cidade do Maine. Enquanto corrigia as redações dos seus alunos do supletivo, Jake se depara com um texto brutal e fascinante, escrito pelo faxineiro Harry Dunning. Cinquenta anos atrás, Harry sobreviveu à noite em que seu pai massacrou toda a família com uma marreta. Jake fica em choque... mas um segredo ainda mais bizarro surge quando Al, dono da lanchonete da cidade, recruta Jake para assumir a missão que se tornou sua obsessão: deter o assassinato de John Kennedy. Al mostra a Jake como isso pode ser possível: entrando por um portal na despensa da lanchonete, assim chegando ao ano de 1958, o tempo de Eisenhower e Elvis, carrões vermelhos, meias soquete e fumaça de cigarro. Após interferir no massacre da família Dunning, Jake inicia uma nova vida na calorosa cidadezinha de Jodie, no Texas. Mas todas as curvas dessa estrada levam ao solitário e problemático Lee Harvey Oswald. O curso da história está prestes a ser desviado... com consequências imprevisíveis. Em Novembro de 63, livro inédito de Stephen King, a viagem no tempo nunca foi tão plausível... e aterrorizante. 

Por que escrevo

Há quem escreve porque precisa. Um médico prescreve a medicação ao paciente, a secretária anota um recado para o chefe.
Há quem escreve porque quer ou porque gosta. Eu escrevo porque lido melhor com as palavras no papel do que na ponta da língua.
Escrevo para espantar meus demônios, acalmar a alma, conter o choro. 
Escrevo porque no papel o sonho torna-se real e a escrita vira imortal. 

No final das contas

No final das contas, o que conta são os almoços em família, os abraços apertados, as tardes com os amigos, o jantar à luz de velas, a viagem pra Floripa, a comida da vovó, o show da sua banda favorita, o anel de formatura, o amor da sua vida, o sorriso sem motivo, o fim de tarde lendo um livro, o amor sem nada em troca, a amizade duradoura, as brincadeiras de infância... e não a conta bancária, nem os bens materiais, nada que o dinheiro compra.

O que conta não são os trabalhos por fazer, os mal entendidos, as preocupações pequenas e, às vezes, sem motivo. Nem as discussões diárias, o stress do dia-a-dia, o cansaço ou as noites mal dormidas.

Filme - A Menina que Roubava Livros

Lançamento: 31 de janeiro de 2014

Dirigido por: Brian Percival

Gênero: Drama

Sinopse: Baseado no best-seller do escritor Markus Zusak, conta a história da jovem Liesel Meminger (Sophie Nélisse). Vivendo na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, ela é adotada por Hans (Geoffrey Rush) e Rosa (Emily Watson). Com incentivo de seu pai adotivo e Max, um judeu refugiado escondido em sua casa, ela aprende a ler e descobre o poder das palavras e da imaginação.

O tempo e a memória

Engraçado como o tempo é relativo. Aquela velha história de que em momentos bons as horas voam e em momentos não tão bons as horas se arrastam. Bobagem, hora é hora. O tempo é o mesmo. O que passa diferente é a nossa percepção. Igual aquela outra história, de que os dias são longos e os anos são curtos. Só mais um ponto de vista. Mas são tantos pontos de vistas no mundo. 
Engraçado mesmo é como nossa memória é curta. É claro que nos lembramos muito bem dos momentos sórdidos das nossas vidas, mas do mesmo jeito que o tempo é relativo, nossa memória também. 
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Criado por: Andréa Bistafa.
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